A Casa do Papai Noel, em pleno sertão nordestino, atrai milhares de visitantes. O trabalho, iniciado há quatro anos, em 2008 registrou a visita de mais de 45 mil pessoas, no Centro da terra do Padre Cícero. Inspirada em trabalhos do gênero em cidades como Gramado, no Rio Grande do Sul, e na Alemanha, o local passou a ser uma das atrações turísticas durante o Natal na região. Os organizadores se surpreendem a cada ano com o número de visitantes.O casarão que passa a ser morada do velhinho encanta as crianças. O ambiente lúdico foi projetado com várias salas e fábricas. Na abertura da casa no último sábado, uma fila já se formou na porta, com centenas de pessoas. Os seguranças fazem a organização para entrada dos visitantes. Um corredor passa a ser o ambiente de passagem contemplativo para as salas do lado direito e esquerdo, desde o ambiente onde o Papai Noel lê as cartas das crianças, árvores com os presentes, quartos, sala de jantar, de chá, ateliê de costura e estacionamento do trenó, além da biblioteca.Papai Noel e Mamãe Noel podem ser encontrados num espaço divisor entre as salas e as fábricas de brinquedo do velhinho, doces, chocolate e uma fazendinha, já no fim da casa, com a saída para a Rua São José. A ideia de criar o projeto veio do casal Silvânia e Ivan Bezerra, no antigo casarão da família Bezerra de Menezes. Este período do ano, segundo Ivan Bezerra, é uma tradição forte da família. A casa, segundo ele, foi um presente para Juazeiro do Norte, que partiu de um trabalho de pesquisa em outras cidades do Brasil e que já tem servido de modelo para outros municípios do Ceará. "As pessoas chegam fotografando com a finalidade de implantar o projeto em outras cidades", ressalta.Alguns móveis antigos da casa foram aproveitados na decoração dos espaços da casa de Noel. No ateliê de costura, por exemplo, há uma máquina antiga pertencente à matriarca da família, Maria Amélia Bezerra. Logo na entrada, também pode ser encontrado o memorial da família Bezerra, com fotografias e bibliografias da família. A montagem da casa fez com que todos os móveis antigos fossem preservados.Mesmo sendo uma ideia que nasceu pequena e que ao longo dos anos tem sido implementada, poderá transformar Juazeiro numa cidade de referência e visitação durante este período do ano, formando um turismo natalino. Pelo menos é essa a intenção dos seus executores que se alegram com o Natal de Luz na cidade, que vem acrescentar na iniciativa. "Aos poucos esse momento do Natal vem sendo mais valorizado na cidade", diz ele.Este ano um velho casarão vizinho à Casa do Papai Noel será transformado em cenário do auto de Natal. Nesta edição, o evento contará com a participação de 45 atores. Uma programação será executada até o dia 24. Será um show com presépio vivo, conforme explica Silvânia Bezerra, com cenário montado. O espetáculo acontece nos dias 22, 23 e 24, contando com apresentação de um coral de crianças.
http://vejajuazeiro.blogspot.com
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O Caminho
Um dia, um bezerro precisou atravessar a floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas...
No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta.
Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta. Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam à direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praquejando, até com um pouco de razão... Mas não faziam nada para mudar a trilha.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.
Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e posteriormente a avenida principal de uma cidade. Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro... centenas de anos antes...
Os homens tem a tendência de seguir como cegos por trilhas feitas por pessoas inexperientes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram.
Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único... Sem se atrever a mudá-lo.
Muitas vezes nos chamam de ousados , chatos , cri-cri , metidos , etc. pois temos ousado por caminhos novos, pois quando nos falam que devemos seguir aquele caminho pois todos estão indo por ali e não sentimos paz no coração , buscamos a resposta do alto , os conselhos de Deus e através dEle , por Ele e com Ele à nossa frente seguimos novos desafios. Sempre digo que não devemos ser cordeiros de homens, mas cordeiros de Deus.
A propósito, qual é o seu caminho? Você serve a quem?
"Que a minha vida o meu trabalho sejam para a honra e glória de DEUS , que demonstrou seu amor por nós por meio de Jesus Cristo ; a Ele seja o louvor , a honra , a glória , a soberania e o poder hoje e para todo sempre" .
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
3º APAESHOW - Projeto "Meninos da APAE no Ritmo do Nordeste"

O projeto “Meninos da APAE no Ritmo do Nordeste”, proposto pela APAE de Juazeiro do Norte-CE, teve sua aprovação no I Edital de Incentivo às Artes, através da Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará, com o objetivo de promover oficina de Dança com enfoque nos ritmos do Nordeste para pessoas com deficiência na APAE de Juazeiro do Norte, bem como a realização do 3º APAESHOW, evento com apresentações artísticas do Grupo Meninos da APAE e artistas regionais convidados.
A dança permite as pessoas com deficiência demonstrar que, apesar de suas limitações, possuem habilidades, sentimentos, desejos e opiniões, como qualquer outra pessoa, ou seja, capacita o homem a compreender a realidade, e ajuda-o não só a suportá-la como também a transformá-la, aumentando-lhe a determinação de torná-la mais humana e mais hospitaleira para a humanidade.
Uma pessoa capaz de expressar-se artisticamente é também capaz de participar de modo mais efetivo de seu contexto sociocultural, pois contribui produtivamente e transforma seu desenvolvimento em um constante processo de aprendizagem e de reconstrução de suas formas de expressão, exercendo assim, sua cidadania.
Durante a realização das oficinas de dança, os alunos tiveram a oportunidade de aprender ritmos típicos do Nordeste como o xote, frevo, baião, forró, xaxado, côco, reggae, lambada e carimbó. O grupo montou ainda uma apresentação de dança artística englobando todos os ritmos e terão a oportunidade de mostrá-la no evento de encerramento.
O encerramento se dará com a realização do 3º APAESHOW, evento com apresentações artísticas do Grupo Meninos da APAE e Artistas Regionais Convidados tais como: Orquestra Harmonial do Cariri, Paulo Sanfoneiro e Di Freittas. Durante toda realização do evento acontecerá exposição de artes visuais, confeccionados por alunos da APAE.
Programação do 3º APAESHOW
18:00H - Exposição de Trabalhos de artes visuais confeccionados por alunos da APAE-JN.
19:00H – Solenidade de Abertura.
Vídeo Institucional;
Hino Nacional – Participação Especial: Paulo Sanfoneiro (Missão Velha-CE).
19:20H – Apresentação Musical com o Grupo Meninos da APAE.
19:30H – Apresentação de Dança Nordestina com o Grupo Meninos da APAE. Ritmos abordados: Frevo, Xote, lambada, forró, reggae, côco, xaxado e carimbo.
20:00H – Apresentação da Orquestra Harmonial do Cariri.
20:30H – Apresentação da Dança Folclórica “Se meu Nordeste Falasse” com o Grupo Meninos da APAE.
20:45H – Instrumental – Di Freittas
21:00H - Encerramento
ENTRADA FRANCA
Marcadores:
APAE,
juazeiro do norte,
meninos da apae
Assinar:
Postagens (Atom)

